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02/07/2010 - 07:25

Técnicas não-cirúrgicas e diferentes levam a perda de peso

Dados do Ministério da Saúde mostram que 46,6% da população está com sobrepeso.

Segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde, 46,6% da população está com excesso de peso. Os números de 2009 apresentam crescimento em comparação com os de 2006 quando 42,7% dos adultos estavam acima do peso e 11,4% poderiam ser classificados como obesos.

O excesso de peso contribui para doenças crônicas como diabetes, pressão alta, problemas do coração entre outras. As doenças aparecem devido à má alimentação, o consumo de sal e gordura abusivo, além de grande quantidade de açúcar, massas e alimentos calóricos.

Para quem sofre com o IMC (Índice de Massa Corpórea) igual ou maior que 27, busca alternativas como os diversos tipos de dietas rigorosas, homeopatia, ortomolecular e por fim as cirurgias.

Por isso, especialistas sempre procuram novas alternativas para resolver o problema. O Hospital das Clínicas de São Paulo estuda um novo procedimento para ajudar pacientes com sobrepeso. Trata-se de uma técnica endoscópica, que insere via oral uma espécie de revestimento de 62 centímetros no início do intestino delgado.

A técnica impede a absorção de comida naquela região e, portanto, o alimento vai do estômago diretamente para a porção final do intestino, fazendo com que o paciente perca em torno de 30% do excesso de peso.

Outro tratamento que também favorece a perda de peso é o uso do balão intragástrico. Também colocado via endoscopia, o balão é inflado de 400 a 700 ml de solução salina e azul de metileno estéreis, o que faz com que a pessoa sinta uma saciedade precoce.

“São técnicas diferentes que tem o mesmo propósito: fazer com que a pessoa elimine peso através de uma reeducação alimentar. Porém, é importante lembrar que depois do procedimento feito no intestino, o paciente deve tomar suplementos vitamínicos, para suprir a falta de absorção de nutrientes pelo organismo, diferente de quem fez o tratamento com o balão”, explica o gastroenterologista e cirurgião Denis Pajecki.

O médico explica por meio de uma tabela comparativa as principais diferenças entre as duas técnicas:

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