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13/08/2009 - 11:51

Lucro bruto da SLC Agrícola sobe 17,4% no primeiro semestre de 2009,e alcança R$ 76,7 milhões

Receita líquida cresce 90,8% no mesmo período e atinge R$ 311,4 milhões, impulsionada pelas vendas de algodão em pluma e soja

Porto Alegre, 12 de agosto de 2009 - SLC Agrícola S.A. (Bovespa: SLCE3), uma das maiores proprietárias de terras do Brasil e uma das maiores produtoras agrícolas brasileiras em termos de área cultivada de algodão, soja e milho, registrou crescimento de 17,4% no lucro bruto do primeiro semestre de 2009, que alcançou R$ 76,7 milhões.

Outro destaque do período foi a receita líquida, que subiu 90,8% nos primeiros seis meses deste ano em relação ao mesmo período de 2008, alcançando R$ 311,4 milhões. No segundo trimestre, a receita líquida da Companhia foi de R$ 146,7 milhões, o que representa um aumento de 75,6% em relação a igual período de 2008. O lucro bruto, por sua vez, totalizou R$ 1,6 milhões no intervalo entre março e junho deste ano.

Aumento das vendas de algodão e soja - O crescimento da receita foi impulsionado pelas vendas de soja e algodão em pluma, que apresentaram tanto aumento de faturamento quanto de preços. O algodão em pluma registrou incremento de 15,4% no preço médio de venda por tonelada e avanço de 415,2% na receita bruta, que somou R$ 52,1 milhões no segundo trimestre. Já o preço médio da soja por tonelada subiu 45,0%, e a receita cresceu 84,5% em comparação ao segundo trimestre de 2008, totalizando R$ 89,5 milhões no 2T09.

O segundo trimestre foi marcado por efeitos climáticos não-recorrentes que reduziram em 10,2% a produtividade de soja em relação ao ano-safra anterior. Por conta disso, o lucro líquido do primeiro semestre de 2009 foi de R$ 22,3 milhões contra R$ 36,7 milhões registrados no mesmo intervalo de 2008. "A combinação de pouca chuva na época do plantio com excesso de chuva no período da colheita afetou a produtividade da soja em nossas fazendas na Bahia e no Maranhão. Houve, no entanto, aumento de 41% na área plantada dessa cultura no ano-safra 2008/09, em comparação com o ano anterior", completa Gomes.

Perspectivas de aumento da produtividade - A Companhia estima aumento de produtividade para a segunda safra do ano, que é plantada entre janeiro e fevereiro e colhida entre junho e agosto. As áreas plantada com variedades de soja precoce e super-precoce já foram totalmente colhidas, e deram lugar às plantações de segunda safra de algodão e milho.

A projeção da SLC Agrícola é de que a produtividade do algodão em pluma de segunda safra cresça 15% em relação ao ano-safra anterior, para 1,4 mil kg/ha (quilos por hectare), enquanto que a produtividade do milho de 2º safra deve apresentar um incremento de 5,7% em relação ao exercício anterior, indo para 6,3 mil kg/ha.

Desempenho da ação - As ações da SLC Agrícola (SLCE3), listadas no Novo Mercado da BMF&Bovespa, encerraram o segundo trimestre cotadas em R$ 18,50, o que representa uma valorização de 48% em relação ao primeiro trimestre. No mesmo período o Índice Bovespa (Ibovespa) registrou alta de 25,8%.

Portfólio de terras valorizado - Em julho, as terras da SLC Agrícola (sem considerar infraestrutura, maquinário e equipamentos) valiam R$ 1,5 bilhão segundo análise feita pela consultoria independente Deloitte Touche Tohmatsu.

Perfil da SLC Agrícola - A SLC Agrícola, fundada em 1977, é uma Companhia produtora de commodities agrícolas, focada na produção de algodão, soja, milho e café em 11 unidades de produção estrategicamente localizadas em seis estados brasileiros. O modelo de negócios é baseado em um sistema de produção moderno, com alta escala, tecnologia de ponta, controle rigoroso dos custos e responsabilidade sócio ambiental.

A Companhia é um dos maiores proprietários de terras do Brasil e ao longo de sua história desenvolveu uma sólida expertise na prospecção e aquisição de propriedades em novas fronteiras agrícolas. O objetivo da SLC AGRÍCOLA é, por meio da aquisição e arrendamentos de áreas rurais, aliado ao modelo de negócios baseado em unidades de produção padronizadas, obter um crescimento constante da área plantada, da produção e dos resultados operacionais. Além disso, o processo de aquisições de terras também visa capturar o potencial de valorização que as terras agricultáveis no Brasil proporcionam em função das vantagens comparativas estruturais em relação aos principais produtores agrícolas do mundo, tais como: Estados Unidos, China, Índia e Argentina.

A SLC Agrícola faz parte do Grupo SLC que, controlado pela Família Logemann, foi pioneiro na implementação da agricultura mecanizada no Brasil com a fundação da primeira indústria de colheitadeiras automotrizes, em 1945, que anos depois resultou em uma joint venture com a americana John Deere até 1999. As ações da SLC Agrícola são negociadas sob o código SLCE3 desde junho de 2007, quando a empresa abriu seu capital no Novo Mercado, o segmento mais alto de governança corporativa da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa).

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